Por Matheus
Olá pessoal, faz tempo que não apareço por aqui, e a justificativa da vez é a preguiça mesmo, a bendita que insiste em me seguir…
Tenho trabalhado em dobro, final de ano se aproximando, e as coisas começam a ficar mais corridas, portanto quando sobra tempo, é pra dormir ou jogar um pouquinho de Soul Calibur mesmo.
Finalmente o motivo da compra do meu psp foi lançado (podem dizer o que quiserem, mas, sou fã da série) e sim, cumpriu minhas expectativas, digamos que em partes…
Transcendendo eras e consoles…
Soul Calibur – Broken Destiny é a primeira empreitada da série em consoles portáteis, e faz bonito.
O game traz a qualidade gráfica indiscutivel da série, com otimas animações, modelos e cenários extremamente bem trabalhados, jogue e confirme você mesmo, o jogo pareia ao lado de Gow – Chains of Olympus e Crisis Core.

O unico problema de Soul Calibur BD é a reciclagem que o game faz da quarta versão do jogo…
Os cenários, as músicas, os modelos dos personagens e até mesmo os Critical Finishes estão identicos, o que pode afastá-lo do jogo caso tenha a versão maior do game.
A trilha sonora, também foi reaproveitada, até mesmo a voz do narrador, não que seja ruim, mas, se você é do tipo que procura novidades, não encontrará aqui.
I’m the God of War !!
Para compensar a falta de novidades, a versão diminuta do game traz dois novos personagens jogáveis, Dan Pierre e ele, o melhor espartano Sonysta de todos os tempos, Kratos.
O carecão é uma boa adição ao jogo, seus movimentos, agéis e letais estão presentes, com direito as asas de Icaro, a Blade of Olympus (vide foto) e muitos outros golpes usados nos jogos do personagem, o que o difere bastante dos outros lutadores da série.
Já Dan Pierre é um francês canastrão, usuário de duas adagas e dotado de um jeito todo mole de lutar…
Seus golpes são de fácil aplicação, e quando bem encaixados podem afetar em muito o rumo da batalha.
Criar é uma arte
Se a falta de novidades e a adição de apenas dois personagens novos retiram um pouco do brilho de Soul Calibur; o modo de criação de personagens irá entrete-lo por um bom tempo.
As opções são extremamente variadas, e conhecidas do veteranos de guerra, mais precisamente desde a terceira versão do game.
Você pode escolher em alterar um personagem já existente ou criar um novo do zero, baseado apenas no estilo de luta que o agrade, ou talvez não. Praticamente tudo é customizável, cor dos olhos, cabelos, cor das roupas e armas, a única coisa que ficou de fora aqui foram os atributos que as roupas e armas acrescentavam nos personagens, como maior agilidade ou menos força fisica.
Batalhe contra os amigos
Os modos de jogo em Broken Destiny são bem simples, Quick Match consiste em lutas single player, basta escolher um oponente no lobby de batalhas e partir para o quebra pau.
The Gauntlet entra no lugar do modo arcade, ou até mesmo do modo história, inexistentes nessa versão do jogo. Nesse modo, você segue Hilde, uma das personagens jogáveis em busca da paz em seu reino. O modo é bem comico e enfadonho, tornando-o enjoativo facilmente.
Por fim temos as Trials, provas dificílimas que consistem em acumular um bom número de pontos lutando contra o computador a fim de habilitar novos equipamentos e o modo versus, que infelizmente só pode ser jogado em rede local.
Mesmo pecando em alguns aspectos Soul Calibur Broken Destiny continua fazendo bonito e honrando o nome que carrega, com gráficos primorosos, trilha sonora de altissíma qualidade e a jogabilidade complexa e prazerosa.
Recomendação: 80%
PS: créditos as imagens do site ign.com
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